Vendido

Angela Gomes

Ticumbi - Folclore Capixaba - ES - Brasil (2020)

Tipo de Obra
Dimensões
15,8x15,8 in
Técnicas
Suporte ou superfície
Tela / Montado em Maca de lona
Moldura
Esta obra está enquadrada (Floating Frame)
O Ticumbi é um folguedo existente no Norte do Espírito Santo há mais de 200 anos. A cada ano os grupos elegem um tema, representado em seus cânticos, bailados e evoluções. Os passos da brincadeira são coreografados. A dramatização do auto é simples: o 'Reis de Congo' e o 'Reis de Bamba', duas majestades negras, querem fazer, separadamente, a festa...
O Ticumbi é um folguedo existente no Norte do Espírito Santo há mais de 200 anos. A cada ano os grupos elegem um tema, representado em seus cânticos, bailados e evoluções. Os passos da brincadeira são coreografados. A dramatização do auto é simples: o 'Reis de Congo' e o 'Reis de Bamba', duas majestades negras, querem fazer, separadamente, a festa de São Benedito. Há embaixadas de parte a parte, com desafios atrevidos declamados pelos 'Secretários' que desempenham o papel de embaixadores.

Por não ser possível qualquer acordo ou conciliação, trava-se a guerra - agitada luta bailada entre os dois rivais. Como é tradição, o 'Reis de Congo' consagra-se vencedor, submetendo o 'Reis de Bamba' e seus vassalos ao batismo. O auto termina com a festa em homenagem a São Benedito, quando então, os componentes cantam e dançam o Ticumbi.
Angela Gomes
Segue
Ângela Gomes expressa na pintura Naïf o seu amor pelo Espírito Santo. Desde pequena, já se esforçava para ajudar seus pais no orçamento familiar: vendia flores e verduras colhidas no quintal da casa,...

Ângela Gomes expressa na pintura Naïf o seu amor pelo Espírito Santo. Desde pequena, já se esforçava para ajudar

seus pais no orçamento familiar: vendia flores e verduras colhidas no quintal da casa, e os crochês e bordados produzidos por

sua mãe. Natural de Cachoeiro de Itapemirim – ES. Nasceu em 1953, de uma família modesta; é a 2ª entre os três irmãos: Irineu,

Ediones e Jacqueline. Aos três anos de idade, acompanha os pais Cecílio Mendes de Vasconcellos (Comerciante) e Deuzelina

Zanca de Vasconcellos junto ao irmão (primogênito), Irineu M. Vasconcellos. Mudaram-se para o pacato bairro de Jardim América

- Cariacica - ES e anos depois vieram para Vila Velha - ES, onde residem até os dias de hoje. Ainda menina, certo dia, foi brincar

no quintal da casa, após uma longa noite de tempestade.

O vento espalhara a areia, e foi sobre ela, usando um palito de picolé, que começou a dar os seus primeiros traços artísticos:

desenhou um carro (fusca) que estava estacionado em frente a casa. A riqueza dos detalhes a impressionou e aumentava o seu

fascínio pelas cores. A arte estava inerente dentro dela e desde cedo sua visão pelo mundo se ampliava de forma festiva,

sonhadora e feliz.

Já encantava os vizinhos e colegas de escola com suas habilidades artísticas, vivia sempre com lápis de cores,

desenhando para a turma da classe estudantil; adorava fazer montagens e colagens com recortes de revistas, estampava

tecidos, tudo de forma natural e intuitiva. Sua primeira pintura a óleo sobre tela foi por encomenda de sua tia Sônia Rosalém,

na época, com seus nove anos de idade. Despontava para o Naïf, quando entrou num curso para aprender a técnica de pintar

e o conhecimento do material a ser usado. Produziu várias telas e as guardou junto com o sonho e o desejo artístico. Precisava

dar continuidade aos estudos e no trabalho para ajudar seus pais no orçamento familiar. Em 1973 interrompe seus estudos e

trabalho para se casar com Darci Gomes, pai de seus três filhos, Kheytte, Kleiverson e Kene. Com os filhos ainda pequeninos,

autodidata, começa a aventurar-se por caminhos incertos na arte, aparentemente contraditórios, percorre o espaço que vai da

paisagem clássica, às tendências surrealistas e abstracionistas.

Em 1981, realiza sua primeira individual, no espaço alternativo de Artes na Escelsa, na Praça Costa Pereira centro de

Vitória - ES, familiares, amigos e vizinhos foram convidados e ninguém compareceu lá, além dela, Kene, (ainda em seu

ventre) e o fotógrafo contratado. Mas o que era para ser motivo de desistência transformou-se em incentivo para continuar,

lutar e vencer; a falta do apoio familiar, o preconceito social e o descrédito profissional continuaram até ela se definir, por volta de

1987, pela pintura Naïf após rápida convivência com Raquel Galena, pintora do gênero, no Embu das artes em São Paulo. Esse

trajeto constituiu, na verdade, o seu aprendizado solitário de autodidata obstinada e curiosa. Foi um processo de investigação

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