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30 de mar de 2017
CIRURGIA PLÁSTICA E ADEREÇOS - A BELEZA IDEALIZADA Comentários


                Os ideais de beleza tem variado em verdadeiros movimentos cíclicos. Períodos diferentes tem adotado conceitos de beleza de outros períodos com formas e ideias em cada tipo de cultura. Isso é facilmente reconhecível na beleza da mulher de Creta, que tem cintura bem fina e cabelo crespo; na dignidade austera e beleza artificial da egípsia antiga e na delizadeza e sutileza das orientais. 

                 A cultura greco-romana deu ênfase à beleza clássica, com proporções perfeitas e simplicidade natural. 

                 Na Idade Média, o doce e suave gênero da Madona tornou-se parte integral da expressionismo religioso. É nesse contexto que artistas, a serviço de religiões, criaram belíssimas obras tendo a beleza da mulher como musa inspiradora. 

                 A França contribui não só com o tipo elaborado e ao mesmo tempo superficial da cortesã do século XVII, mas fez com que a mulher francesa fosse sinônimo de beleza copiado em várias partes do mundo.

                A veradade é que desde a pré-história o homem aprendeu a modificar sua imagem a seu gosto. A documentação a esse respeito é vesta, tanto escrita quanto nas descobertas arqueológicas que datam de 7.000 anos a.C. Para adornar orelhas, lábios e narizes, os povos primitivos perfuravam e sacrificavam o próprio corpo. 

                Essa compulsão humana de tentar melhorar a natureza tem tido modulações com a história do homem, passando por pressões autoritárias, guerras, revoluções, pressões religiosas e fanáticas, além de graves períodos de austeridade. Desabrochou nas épocas das monarquias e impérios, em tempos de paz e prosperidade, nas sociedades safisticadas e onde existem as classes mais privilegiadas. Os fenômenos de estética, com suas várias correntes, são dramaticamente ilustradas pelos anos que antecedem e pelos que seguem a Revolução Francesa. 

                Durante o período de Luiz XVI, a extravagância era uma constante, e os cuidados com a beleza física eram considerados uma arte. O ódio à aristocracia, durante e depois da Revolução Frncesa, era tão grande que as perucas, os perfumes e tudo que fosse sensual eram enormemente desprezados. 

                O apogeu do culto à beleza se deu no final do século XX, quando foi ajudada pela democracia através da liberdade individual de expressão, influenciada economicamente pelos efeitos da propaganda, pelas facilidades de novos produtos, pelos símbolos do "status" e pela economia sadia. Em algumas sociedades, com forte conceito moral, foram feitas publicações contra o excesso de atenção dado á estética. Paralelamente, nas sociedades mais liberais e em algumas até mundanas, vários apelos tem sido feitos no sentido de que as pessoas precisam dar mais atenção a seu aspecto físico.

                O ser humano é constituído pela relação entre a sua personalidade (imagem interior) e a aparência física (imagem experior). A unidade dessas imagens ajuda o homem na busca da felicidade. Por isso mesmo a preocupação com a beleza nesceu com o próprio homem. Ele aperfeiçoou suas técnicas de acordo com idéias estéticas que variam com o tempo. 

                A cirurgia plástica que, como vimos, já era praticada a mais de 6.000 anos vem constantemente sendo aperfeiçoada. Ela tornou-se um dos setores cirúrgicos mais desenvolvido, pois, em suas modalidade - a reparadora e a embelezadora - consegue preservar, corrigir ou ajudar a natureza, tornando o ser humano mais belo e confiante em si próprio. 

                Devido ao grane progresso cintífico, a cirurgia plática tornou-se um indústria altamente lucrativa. Como consequência, surgiram milhares de méicos milagreiros, cujo objetivo é olucro fácil. Por outro lado, a indústria de cosméticos e acessórios facilitou o acesso de charlatões aos diversos produtos que deveriam ser utilizados apenas por especialistas. Diariamente, em todo o mundo, as paginas políciais estampam notícias sobre graves problemas e até mortes em virtude do mau uso de técnicas e produtos que hoje são facilmente encontrados. 

                A história da beleza e sua filosofia no mundo continua, e a operação plástica é apenas um pequeno fragmento do complexo mosaico das práticas da beleza que tem moldado nossos hábitos e costumes. Essa filosofia, por definição, tem como base a qualidade de dar prazer aos sentidos e à mente. Suas raízes, necessariamente, voltam aos princípios da civilização, emaranhados na grande dimensão da experiência humana que é associada com os prazeres sensoriais e intelectuais. O significado e a extenção dessa experiência desafiam uma análise específica,e, sem dúvida, marcam um profundo padrão instrutivo de necessidade e reações que se refletem na plástica facial e nas ilimitadas ramificações da estética em geral. 

Nicéas Romeo Zanchett 

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